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Prótese de silicone aumenta o risco de diversas doenças, diz estudo

Prótese de silicone aumenta o risco de diversas doenças, diz estudo

Uma nova pesquisa mostrou que implantes de silicone aumentam risco de artrite em 600%, de natimorto em 450% e de câncer de pele em 400%

Implantes de silicone nos seios aumentam em 600% o risco de artrite, em 450% o risco de natimorto e em 400% o risco de câncer de pele. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores do renomado MD Anderson Cancer Center da Universidade do Texas, em Houston.

Para o novo estudo, publicado na revista científica Annals of Surgery, a equipe analisou cerca de 100.000 pacientes inscritos em grandes estudos pós-aprovação de próteses entre 2007 e 2010. Aproximadamente 80.000 participantes tinham implantes de silicone e o restante, implantes preenchidos com solução salina. De acordo com os autores, esse é o maior estudo sobre consequências associadas a implantes de mama já realizado e os resultados são importantes para ajudar as mulheres a escolher qual prótese preferem.



Novembro chega ao fim com alerta de prevenção – Dia Nacional de Combate ao Câncer

Novembro chega ao fim com alerta de prevenção – Dia Nacional de Combate ao Câncer

No dia 27/11 é o Dia Nacional de Combate ao Câncer, uma data criada com o objetivo de levar informação sobre a doença para todas camadas da sociedade

Além da campanha novembro azul (de prevenção ao câncer de próstata), este mês tem outra data que também visa conscientizar sobre tumores malignos no país. No dia 27 de novembro é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Câncer, uma data criada com o objetivo de levar informação sobre a doença para toda sociedade brasileira. A data foi instaurada no país a partir da necessidade de disseminação da informação acerca do tema, já que o câncer mata milhões de pessoas todos os anos.



Pesquisadores compreendem processo que leva à perda de elasticidade da pele

Pesquisadores compreendem processo que leva à perda de elasticidade da pele

O processo é interrompido em ratos com tratamentos químico e genético. O resultado abre a possibilidade de uso da técnica em humanos

Um dos sinais mais aparentes do envelhecimento são as famosas rugas na pele. Essa e outras consequências do processo de deterioração do maior tecido do corpo humano têm mecanismos ainda desconhecidos e, por isso, são alvo de estudo de cientistas. Em experimentos com ratos, americanos identificaram uma molécula envolvida na perda da elasticidade da pele e na capacidade dela de se defender de danos físicos. Os novos dados, publicados na última edição da revista especializada Immunity, poderão ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos médicos.



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